sexta-feira, 18 de abril de 2008
O fim
Assim como em um dia cansativo, a cama lhe faz o convite irrestivel de se deitar e ´´descansar os ossos``, o telefonema que recebi hoje a tarde me deu um efeito semelhante, a recusa do emprego me fez pensar no que eu fiz até agora na vida, me fez pensar no que eu farei daqui para frente, provavelmente tentarei denovo na proxima oportunidade, mas por enquanto o sofrimento pela oportunidade perdida é enorme. A lição que tiro dessa experiencia, é que nunca subestime nada, nem que seja brincadera, eu fiz no relaxo e levei. Vou parar com as postagens por um tempo, então espero que aprendam ou tiram alguma ideia das minhas experiencias.
O resultado
Se quando morremos nós conseguimos ver toda nossa vida diante dos olhos, o resultado da entrevista do primeiro emprego após formado me está dando um efeito parecido. Finalmente, vou saber se realmente me sai bem, ou se me dei mal e ficarei desempregado, sem dinheiro, tendo que pedir emprestado para os amigos, parentes e conhecidos. Isso não é uma coisa que me agrada, por isso estou até fazendo reza com uma mãe de santo para conseguir (nem que emocionalmente) uma estabilidade psicologica. Estou até dormindo mal, nem os pesadelos me podem abaixar o estado em que me encontro. Mas logo essa tortura pela qual estou passando era sumir, o resultado irá vir e eu saberei o que me reservam no futuro.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Primeiro dia sem levar comida para os outros
Como primeiro dia desempregado, tirei todo o tempo desocupado para dormir, e assistir um jogo de futebol que estava passando na tv. Mesmo durante o sono, minha preocupação continua a mesma de quando acordado: nervossismo pela entrevista anda me perseguindo, e se eu não fui tão bem quanto acho? E se eu não conseguir, o que vou dizer para os meus familiares, e meus amigos? Bem, estou tentando pensar positivamente, mas está dificil, afinal, esse emprego é o começo oficial da minha vida como cidadão formado (quase). Acho que se eu conseguir, farei uma festa e chamarei todos os meus conhecidos, amigos ou não.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
A demissão para um melhor emprego
Hoje pode ter a consideração de um dos dias mais importantes da vida de um universitário quase formado: fui fazer a entrevista de trabalho numa fábrica, para conseguir um emprego na área que eu escolhi. A entrevista não foi muito díficil, afinal já estou acostumado com isso. O que foi realmente difícli foi pedir demissão no restaurante em que trabalhava até agora, mas espero que eu não tenha que procurar outro emprego, afinal estou contando que fui contradado, não sei o que farei, caso não consiga o emprego.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Um pouco sobre mim
Hoje não me foi um bom dia: tive uma discussão com meu chefe sobre minha folga no feriado, e acabei perdendo e vou ter que trabalhar até de noite no feriado. Espero pelo menos receber boas gorjetas. Cheguei no apartamento e já tive que sair pois havia esquecido de buscar meu irmão na escola e leva - lo até o curso de inglês, depois disso ainda tive que ir para a casa dos meus pais ajudar meu pai a preparar as carnes para o churrasco que ele irá fazer para os amigos. Quando finalmente voltei para o meu canto, tinha tanta trabalho da faculdade para fazer que prefiri dormir em vez de faze-lo. Responsabilidade nunca foi o meu forte, desde os tempo de primário nunca fui de fazer muitas lições de casa, apenas aquelas que valiam nota eu me dava ao esforço de fazer durante a aula anterior à da entrega. Também atribui a falta de responsabilidade aos esquecimentos que tenho, como de buscar meu irmão como disse à pouco, foi dificil, mas melhorei bastante no decorrer dos anos, talvez pelo fato do trabalho.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
A chegada
Certos momentos eu nunca esqueço, a morte de meu amigo, a origem do meu apelido, mas também o nascimento de meu irmão. Era um dia de quase chuva, bem nublado, eu estava na casa de minha tia, já que meus pais estavam no hospital desde o dia anterior. Meu tio levou a mim e meus primos para a escola, não estava muito animado com a aula, aquele clima deprimente causado pela chuva não me alegrava muito nem me motivava a prestar atenção nas questões da prova a minha frente. Mas a noticia que veio junto com a monitora do corredor, que entrou pela porta, colocou um raio de luz no meu dia: eu estava dispensado. Meu pai me esperava na porta da escola para me levar até o hospital onde minha mãe repousava com o recém chegado, entrei correndo pelos corredores, a penúltima porta da esquerda era meu pensamento, entrei pela porta e vi aquele ser de rosto avermelhado, olhos fechados e todo recolhido, enrolado em uma coberta branca, nos braços de minha mãe, até hoje, considero como uma das imagens mais marcantes e felizes da minha vida.
Passando para melhores lembranças...
Mais ou menos 1 mês após o acontecimento trágico com meu amigo, minha mãe me de deu uma notícia que retirou boa parte daquela tristeza que eu estava: eu iria ser irmão. Não demorou nem uma hora depois da notícia que eu já começei a pensar em nomes, Alberto foi o primeiro e o que eu mais queria no meu irmão, pois iria parecer com o meu. Mas tinha que ser menino, não poderia ser menina, senão, como eu pensava na época, para quem eu passaria meus truques e experiencias, com quem eu iria no mercado de bicicleta para compra pão de queijo? Acho que o mês de maior nervossismo, depois do último é claro, foi o quinto mês da fabricação do bebê. Nunca fui muito de rezar nem pedir nada, mas no dia em que fomos ver o sexo do bebê eu rezei e pedi, e também apostei minha bicicleta com meus amigos, que seria um menino. Ainda bem que não prescisei quebrar minha promessa, o Pedro estaria chegando dali a 4 meses, e seria muito bem recebido pelo seu novo futuro amigo de todos os dias.
terça-feira, 8 de abril de 2008
A origem do meu medo
O meu medo do amanhã surgiu na infancia, durante um passeio que eu fiz com um dos meus amigos e os seus pais. Nós estavamos indo ao cinema, um que ficava mais no centro da cidade e que era mais longe de casa, iamos conversando, dando risadas das piadas do pai dele. Os pai do meu amigos nos deixaram na esquina do cinema, e iam nos pegar assim que o filme acabasse, dali a uma hora e meia, o filme foi bom, só não muito bom pelo homem que tossia o tempo todo, duas fileiras na nossa frente. Mas foi a hora da saída de que eu não me esqueço: o filme havia acabado 15 minutos antes do previsto, então nós dois resolvemos comprar alguns gibis para ler durante esse tempo. Meu amigo foi até a banca que era do outro lado da rua, foi, mas não voltou, um carro não parou no sinal e o atropelou, meu amigo ficou ali, deitado no chão, enquanto a multidão e o motorista assassino se reuniam à sua volta, seus pais chegariam dali a 5 minutos, não acreditariam no que viriam, seu pai bateria no motorista com fúria até ser segurado pelo resto das pessoas, e eu, eu ficaria com medo do amanhã para sempre.
Ainda no passado
Uma das coisas que eu mais gostava de fazer quando menino era andar de bicleta, com ela tive muitos acidentes, mas também muitas alegrias. Ainda lembro que um dia apostamos corrida, eu e mais 5 amigos, para ver quem era o mais rápido e quem iria ganhar o sorvete bancado pelos perdedores. Não ganhei, mas quebrei a perna durante a corrida, na hora da virada, meu freio na funcionou e eu bati no muro da casa no fim da rua, mas a perna quebrada me gerou felicidades também, como tratamento especial de minha mãe e dos meus amigos, além de ter ficado em casa por uma semana sem ir na escola, apenas vendo desenho na teve e comendo as guloseimas da vovó. Bons tempos aqueles em que o amanhã não nos atormenta.
Quando eu era um menino
Deixando todo esse papo de medos, vou contar um pouco de como eu fui na infancia. Poso assegurar que fui bastante feliz nessa parte da vida, sem preocupações com trabalhos, provas, etc. Era só brincar e se divertir, voltar para casa cansado para dormir bem e no dia seguinte repetir tudo denovo.Brincaderas a parte, eu era muito cheio de amigos, não faltava um companheiro para passar a tarde jogando bola, correndo atrás do cachorro do vizinho ou tomando sorvete na praça do bairro. Jonas eu conheci nesse periodo, nós frequentavamos a mesma escola, o Renan foi um pouco mais tarde, mas na mesma escola. Por todos esses fatores considero que minha infancia foi a fase mais feliz até agora na minha vida.
Reflexão
Apesar de me achar uma pessoa alegre, às vezes acho que não estou muito feliz, mesmo durante as risadas com os amigos. Talvez seja medo do futuro, não quero que ele chegue, talvez eu esteja tentando fugir dele, por isso ando a aproveitar todas as oportunidades que me apareçem para descontrair, após conseguir um trabalho, isso será totalmente proibido, e como irei me formar dentro de alguns meses, estou ficando cada vez mais aflito a cada dia.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Minha vida daqui para frente
Desde à minha infancia eu me imagino como seria no futuro: se eu seria alto, baixo, etc. Ainda penso nesses casos, continuo a imaginar como serei daqui alguns anos, mas sei que terei de mudar esses pensamentos, apenas de pessoas, terei de pensar no futuro e na saúde daqueles com quem ligarei minha vida, minha familia, não as dos meus pais, mas a minha própia, isso me assustas às vezes, mas sei que é inevitavel.
Com quem eu vivo
Alem de mim, os outros dois com quem divido o lugar, tambem tem seus problemas e estão quase sempre na mesma situação, por isso dividimos tambem experiencias.o primeiro que vou apresentar se chama Jonas, o outro é mais tímido, se chama Renan. Ambos eu conheci durante a escola, então os conheço muito bem. Tivemos a ideia de morar junto durante a faculdade, já que ela ficava meio longe de nossas casa.Bem, entrarei em mais detalhes depois.
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